PL 4276/2024Projeto de lei (cria ou muda uma lei)

Aplicativo de atendimento a mulheres vítimas de violência

Projeto que trata do desenvolvimento de um aplicativo para celulares voltado ao atendimento de mulheres vítimas de violência. Está em análise com o relator.

Autoria: José GuimarãesApresentada em 13/12/2024Fase: Relator escrevendo parecerTemas: Assistência social e família · Segurança pública e crimes · Direitos humanos e minorias · Defesa e soberania

O que muda

Com a propostaPrevê o desenvolvimento de um aplicativo para dispositivos móveis destinado ao atendimento de mulheres vítimas de violência.
Resumo em linguagem simples feito a partir do texto oficial. Como escrevemos

Quem é afetado

Mulheres vítimas de violência

Onde ela está

  1. 16/12/2024Chegou da Câmara dos Deputados
    Texto oficialAutuado o Projeto de Lei nº 4276/2024, proveniente da Câmara dos Deputados. O projeto vai à publicação.
  2. 07/04/2025Enviada para análise na CCT
    Texto oficialA presente matéria vai à CCT e, na sequência, à CDH.
  3. 05/05/2025Relatoria com Senadora Daniella Ribeiro na CCT
    Texto oficialDistribuído à Senadora Daniella Ribeiro, para emitir relatório.
  4. 12/03/2026Passou a tramitar junto com propostas parecidas
    Texto oficialAguardando inclusão em Ordem do Dia do Requerimento nº 177, de 2026, do Senador Randolfe Rodrigues, que solicita tramitação conjunta do Projeto de Lei nº 4.276, de 2024, com o Projeto de Lei nº 2, de 2026. Votação, em turno único.
  5. 18/03/2026Votação adiada
    Texto oficial(Sessão Deliberativa Ordinária - semipresencial - de 18 de março de 2026) Considerando a retirada de pauta, na presente sessão, do Projeto de Lei nº 2, de 2026, o Projeto de Lei nº 4276, de 2024, retorna ao exame da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática, seguind…
  6. Desde 19/03/2026Agora: Matéria com a relatoria (sem movimentação há 230 dias)
  7. PróximoO relator apresenta o parecer na CCTDepois disso, a proposta pode entrar na pauta de votação.
Aplicativo de atendimento a mulheres vítimas de violênciaSem opiniões ainda
Compartilhar no WhatsAppOpinar no Senado