PL 402/2024Projeto de lei (cria ou muda uma lei)

Regras para monitoramento remoto de celulares por órgãos públicos

Disciplina como órgãos e agentes públicos, civis e militares, podem usar ferramentas de monitoramento remoto de aparelhos de comunicação pessoal.

Autoria: Alessandro VieiraApresentada em 22/02/2024Fase: Relator escrevendo parecerTemas: Segurança pública e crimes · Serviço público e servidores · Defesa e soberania

O que muda

Com a propostaPassa a haver regras específicas para o uso, por órgãos e agentes públicos civis e militares, de ferramentas que monitoram remotamente terminais de comunicação pessoal.
Resumo em linguagem simples feito a partir do texto oficial. Como escrevemos

Quem é afetado

Órgãos e agentes públicos civis e militares
Pessoas que usam terminais de comunicação pessoal (ex.: celulares)

Onde ela está

  1. 22/02/2024Apresentada no Senado
    Texto oficialAutuado o Projeto de Lei nº 402/2024. O projeto vai à publicação.
  2. 27/02/2024Enviada para análise na CSP (decisão final na comissão)
    Texto oficialA matéria vai à CSP, seguindo posteriormente à CCJ, em decisão terminativa, nos termos do art. 91, I, do Regimento Interno, podendo receber emendas perante a primeira comissão do despacho pelo prazo de cinco dias úteis, nos termos do art. 122, II, “c”, do Regimento Interno.
  3. 26/03/2024Relatoria com Senador Jaques Wagner na CSP
    Texto oficialDistribuído ao Senador Jaques Wagner, para emitir relatório.
  4. 07/04/2025Relatoria com Senador Sergio Moro na CSP
    Texto oficialRedistribuído ao Senador Sergio Moro, para emitir relatório.
  5. Desde 07/04/2025Agora: Matéria com a relatoria (sem movimentação há 575 dias)
  6. PróximoO relator apresenta o parecer na CSPDepois disso, a proposta pode entrar na pauta de votação.

Como cada estado opinou

% de sim entre quem votou · dados oficiais do Senado
SP0% · 4
DF0% · 2
BA0% · 2
GO100% · 1
PB0% · 1
PI100% · 1
RJ0% · 1
RS0% · 1
SC100% · 1
CE0% · 1
Regras para monitoramento remoto de celulares por órgãos públicos20% sim · 15 opiniões
Compartilhar no WhatsAppOpinar no Senado